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O que é o colagénio 3?

Publicado · Revisado · Por Tigoo redaktionSupplements

Resposta curta

Colagénio 3 normalmente significa colagénio tipo III, um tipo de colagénio reconhecido na biologia humana. É constituído por três cadeias alfa-1(III) idênticas e está especialmente associado a grandes vasos sanguíneos, ao útero, ao intestino e à pele em conjunto com o colagénio tipo I. Ao comparar produtos, verifique o nome completo do ingrediente, a origem, a forma e a quantidade por dose.

Fatos rápidos

  • O colagénio tipo III é codificado pelo gene COL3A1.
  • Cada cadeia do tipo III tem cerca de 1 466 aminoácidos.
  • O colagénio tipo III é descrito como correspondendo a cerca de 5-20% do colagénio corporal total.
  • É um importante colagénio estrutural nos grandes vasos sanguíneos, no útero e no intestino.
  • O colagénio tipo I é o colagénio dominante do organismo, representando cerca de 80-90% do colagénio total.
  • O tipo 0 não faz parte da numeração padrão do colagénio.
O que é o colagénio 3?

O que é o colagénio tipo 3 e onde se encontra?

O nome formal é colagénio tipo III

Quando as pessoas pesquisam por colagénio 3 ou colagénio tipo 3, o termo científico é colagénio tipo III. O colagénio é classificado em pelo menos 28 tipos, numerados com algarismos romanos, e o tipo III é um dos principais colagénios fibrilares do corpo. Revisão da classificação do colagénio Revisão do colagénio tipo III (COL3A1)

Nos seres humanos, o colagénio tipo III é codificado por COL3A1. Cada molécula é constituída por três cadeias alfa-1(III) idênticas; cada cadeia tem cerca de 1 466 aminoácidos. Após o processamento, as três cadeias enrolam-se numa tripla hélice dextrógira, e estas moléculas montam-se depois em fibrilas na matriz extracelular. Colagénio tipo III (COL3A1): estrutura do gene e da proteína

Onde o corpo o concentra

Numa revisão detalhada, o colagénio tipo III representa cerca de 5-20% do colagénio total do corpo, mas não está distribuído de forma homogénea. É descrito como um importante componente estrutural dos grandes vasos sanguíneos, do útero e do intestino. Revisão da distribuição tecidular do colagénio tipo III

Uma revisão mais recente dá uma noção útil da sua dimensão em tecidos moles e distensíveis: o colagénio tipo III é referido como correspondendo a cerca de 30-40% do colagénio vascular, é abundante na parede uterina e na musculatura intestinal, e na pele infantil pode representar cerca de 50% do colagénio dérmico. A mesma fonte descreve o colagénio tipo III como formando fibras finas e elásticas que frequentemente se montam em conjunto com o colagénio tipo I. Aplicações do colagénio tipo III recombinante na engenharia de tecidos

Porque é que “tipo 3” num produto nem sempre corresponde a uma definição laboratorial rigorosa

Em contexto laboratorial, colagénio tipo III pode significar um material muito específico. Por exemplo, um ELISA de ligação ao colagénio do NHS para o fator de von Willebrand utiliza colagénio tipo III de placenta humana. Sheffield Laboratory Medicine: ensaio de ligação ao colagénio

Os produtos para consumidores nem sempre são descritos com esse grau de precisão. Numa consulta da UE sobre um ingrediente de suplemento feito a partir de traqueia bovina hidrolisada, o produto é descrito de forma genérica como contendo 30-40% de colagénio juntamente com sulfato de condroitina, e o documento não atribui um tipo de colagénio numerado. Registo da consulta da UE sobre um produto de cartilagem bovina hidrolisada

Por isso, se vir colagénio 3 num rótulo, encare-o como uma pista de nomenclatura e não como prova de que o ingrediente é uma forma molecular bem isolada. Na prática, o que importa verificar é a descrição do ingrediente e o tecido de origem, e não apenas a expressão na frente da embalagem.

Colagénio tipo I vs tipo 3: qual é a diferença?

Onde cada tipo se concentra

Uma revisão dos principais tipos de colagénio descreve o colagénio tipo I como o colagénio dominante do corpo, representando cerca de 80–90% do colagénio total. Nessa revisão, é o principal colagénio no osso, tendão, ligamentos e pele adulta: cerca de 90% da matriz orgânica do osso, cerca de 85% do colagénio do tendão e cerca de 70–80% do colagénio da derme adulta.

Colagénio tipo I vs tipo 3: qual é a diferença?
Uma revisão dos principais tipos de colagénio descreve o colagénio tipo I como o colagénio dominante do corpo, representando cerca de 80–90% do colagénio total.

A mesma revisão coloca o colagénio tipo III em cerca de 5–15% do colagénio total e mostra um padrão tecidular diferente: é especialmente abundante em tecidos mais complacentes, como os vasos sanguíneos, a parede uterina e a musculatura intestinal. Na pele, os dois tipos coexistem em vez de surgirem em compartimentos separados. A revisão refere que a pele infantil pode conter cerca de 50% de colagénio tipo III, com os tipos III e I próximos de uma proporção de 1:1, enquanto a pele adulta evolui para o predomínio do tipo I.

Tipo de colagénioEstrutura das cadeiasPrincipais tecidos destacados na evidênciaPadrão típico de fibrilas
Tipo IHeterotrímero: duas cadeias α1(I) e uma cadeia α2(I)Osso, tendão, ligamentos, derme adultaFibrilas espessas, densamente compactadas, com cerca de 50–500 nm
Tipo IIIHomotrímero: três cadeias α1(III)Grandes vasos sanguíneos, útero, intestino, peleFibrilas mais finas; a revisão indica cerca de 30–130 nm
Tipo IIHomotrímero: três cadeias α1(II)Cartilagem hialina e elástica, humor vítreo, discos intervertebraisFibrilas associadas à cartilagem

Porque é que a estrutura importa

A diferença mecânica decorre da estrutura. O tipo I forma fibrilas mais espessas, adequadas a tecidos que necessitam de elevada resistência à tração. O tipo III é um importante componente estrutural de órgãos que têm de tolerar estiramento, incluindo grandes vasos sanguíneos, útero e intestino. Um estudo sobre cartilagem que discute a biologia do tipo III em vários tecidos observa que o tipo III também funciona como parceiro copolimérico do tipo I na pele, no tendão, no ligamento, nas paredes vasculares e nas membranas sinoviais.

Estes dois colagénios podem até surgir nas mesmas fibrilas. A revisão de COL3A1 afirma que as fibrilas de colagénio tipo III são menores do que as do tipo I e que, quando os dois estão presentes em conjunto, o tipo III ajuda a regular o diâmetro das fibrilas. É por isso que as discussões sobre a pele frequentemente associam os tipos I e III, em vez de os tratarem como materiais sem relação entre si.

O que a redação do rótulo normalmente significa

Os tipos de colagénio são numerados na nomenclatura científica, e essa revisão diz que existem 28 tipos reconhecidos identificados com algarismos romanos. Assim, colagénio 1, colagénio tipo 1 e colagénio tipo I são normalmente diferentes formas de apontar para a mesma classe de colagénio, e não três ingredientes distintos.

Uma verificação útil é saber se o rótulo está a falar de tipo I e III ou de tipo II. Na evidência, o colagénio tipo II é o colagénio associado à cartilagem, representando cerca de 50–60% do peso seco da cartilagem hialina e elástica, enquanto o tipo I não é o colagénio predominante na cartilagem hialina. Se o nome de um produto soar orientado para a pele, mas a linha de ingredientes disser tipo II, não está a descrever a mesma ênfase tecidular que um produto de tipo I ou I/III.

O que significam os rótulos “colagénio 1 2 3” e “tipo 0”?

Os números são categorias reais de colagénio, mas não constituem uma descrição completa do ingrediente

O colagénio está classificado em 28 tipos reconhecidos, numerados com algarismos romanos na literatura científica, por isso os tipos I, II e III são famílias genuínas de colagénio e não nomes de marketing intercambiáveis revisão sobre a classificação do colagénio. Também são biologicamente distintos: o tipo I é descrito como o principal colagénio do osso, do tendão e da derme adulta; o tipo II como o colagénio dominante da cartilagem hialina e elástica; e o tipo III como cerca de 5-15% do colagénio total, especialmente abundante nos vasos sanguíneos, parede uterina, musculatura intestinal e pele infantil revisão dos principais tipos de colagénio revisão do colagénio tipo III.

Assim, quando uma embalagem apresenta “colagénio 1 2 3” ou “tipo 1 2 3”, leia isso como uma alegação sobre três tipos de colagénio nomeados. O que os números não lhe dizem, por si só, é qual foi o animal utilizado, qual foi o tecido utilizado, qual foi o método de processamento, ou qual é a quantidade declarada por dose.

A origem importa porque o tipo II aponta para a cartilagem, enquanto os tipos I e III apontam para outros tecidos

A pista mais clara sobre a origem é o tipo II. Na literatura científica, o tipo II é o colagénio da cartilagem distribuição tecidular do tipo II. Um registo de consulta da UE dá um exemplo concreto de ingrediente para suplemento: um produto de traqueia bovina hidrolisada contendo 30-40% de colagénio e 60-70% de sulfato de condroitina consulta da UE sobre cartilagem bovina hidrolisada.

Os tipos I e III, em contraste, estão ligados nestas fontes a tecidos relacionados com a pele e outros tecidos não cartilaginosos: o tipo I à derme adulta, e o tipo III à pele infantil e a muitos tecidos juntamente com o tipo I principais tipos de colagénio e abundância tecidular distribuição tecidular do tipo III. Se um rótulo indicar I e III mas omitir o tecido de origem, a alegação continua incompleta.

“Tipo 0” não é nomenclatura padrão do colagénio

O sistema reconhecido de numeração do colagénio não inclui zero revisão sobre 28 tipos de colagénio. Em contraste, o colagénio tipo III é suficientemente padronizado para surgir em medicina laboratorial: uma página de ensaio do NHS afirma que o seu ELISA de rotina de ligação ao colagénio utiliza colagénio tipo III de placenta humana Sheffield Laboratory Medicine. Se vir “colagénio tipo 0”, trate-o como uma formulação não padronizada até que a linha de ingredientes esclareça o que o produto realmente contém.

Cinco verificações no rótulo antes de os números significarem muito

Verificação na embalagemO que procurar
Tipo alegadoO ingrediente identifica realmente o tipo I, II ou III, ou diz apenas “colagénio”?
EspécieA origem animal está indicada?
Origem tecidularUma alegação de tipo II está ligada à cartilagem, e as alegações de tipo I ou III estão ligadas a um tecido de origem declarado?
Designação da formaO ingrediente é descrito como hidrolisado, ou não é indicada nenhuma forma de processamento?
Quantidade por doseExiste uma quantidade declarada em gramas ou miligramas, e não apenas um nome de produto?

O que é o colagénio hidrolisado tipo 2 para as articulações?

Tipo II diz-lhe a família do colagénio; hidrolisado diz-lhe o processamento

O colagénio tipo II aparece em produtos orientados para as articulações porque é o principal colagénio da cartilagem. Uma revisão recente descreve o colagénio tipo II como o colagénio dominante na cartilagem hialina e elástica, representando cerca de 50–60% do peso seco da cartilagem, e como um homotrímero de três cadeias α1(II) revisão dos principais tipos de colagénio.

O que é o colagénio hidrolisado tipo 2 para as articulações?
O colagénio tipo II aparece em produtos orientados para as articulações porque é o principal colagénio da cartilagem.

Quando o rótulo diz colagénio tipo II hidrolisado, a leitura mais clara com base na origem é que o colagénio foi processado para um hidrolisado em vez de ser mantido intacto. Numa consulta ao abrigo do Artigo 4 da UE, um ingrediente de cartilagem bovina hidrolisada é descrito como sendo produzido por hidrólise sob calor e condições alcalinas, seguida de tratamento enzimático e purificação; o ingrediente resultante contém 60–70% de sulfato de condroitina e 30–40% de colagénio consulta da UE sobre cartilagem bovina hidrolisada. As atas da EFSA usam a mesma família de termos para dossiers sobre articulações, referindo-se a collagen hydrolysate e, mais tarde, a uma characteristic collagen peptide mixture (FORTIGEL) atas EFSA NDA, maio de 2011 atas EFSA NDA, junho de 2015.

Tipo II nativo ou não desnaturado é uma categoria de rótulo diferente

A comparação adequada é forma versus forma, e não apenas tipo II versus tipo II. Uma revisão sobre colagénio diz que preservar o colagénio no seu estado nativo é crucial para manter as suas características, e descreve a estrutura característica do colagénio como três cadeias polipeptídicas montadas numa super-hélice dextrógira revisão da estrutura e do estado nativo do colagénio. Isto significa que um ingrediente hidrolisado e um ingrediente nativo ou não desnaturado não são a mesma coisa num rótulo, mesmo que ambos usem as palavras colagénio tipo II.

As fontes da UE fornecidas não apresentam uma conversão verificada grama por grama entre essas formas. Também não publicam uma comparação conclusiva da absorção, do mecanismo ou dos resultados articulares entre o tipo II hidrolisado e o tipo II nativo/não desnaturado. Em 2011, o Painel NDA da EFSA afirmou que eram necessárias mais informações antes de se poder concluir um parecer sobre collagen hydrolysate and maintenance of joint health atas EFSA NDA, ponto 10. 7.

Conclusão prática: compare primeiro a forma — hidrolisado versus nativo/não desnaturado — porque a evidência da UE fornecida aqui não os trata como intercambiáveis.

Forma no rótuloO que as fontes sustentamO que não assumir
Colagénio tipo II hidrolisadoProcessado como hidrolisado; os materiais da EFSA também se referem a collagen hydrolysate ou a uma mistura de peptídeos de colagénio consulta da UE atas EFSA 2011 atas EFSA 2015Não assuma que tem a mesma estrutura, mecanismo ou base de evidência do tipo II nativo
Colagénio tipo II nativo ou não desnaturadoRefere-se a colagénio mantido no seu estado estrutural nativo, em vez de hidrolisado revisão da estrutura do colagénioNão assuma que é válida uma comparação grama por grama com um hidrolisado

Que resultados articulares são realmente estudados?

O material da UE aqui apresentado não reduz a investigação sobre colagénio para articulações a um único teste-padrão. As atas da EFSA enquadram as aplicações de forma ampla como maintenance of joint health e maintenance of normal joint function atas EFSA NDA, maio de 2011 atas EFSA NDA, junho de 2015. A lista de referências consolidada da EFSA para o claim ID 1513 também mostra que a literatura recolhida incluía material sobre colagénio tipo II oral e literatura de revisão sobre colagénio hidrolisado na osteoartrose lista de referências da EFSA para collagen hydrolysate and joint health. Por isso, a leitura prudente para os compradores não é “mesmo tipo, dose maior, resultado mais forte”; é que a forma do ingrediente, a descrição exata do produto e a questão do estudo têm de corresponder antes de dois produtos de tipo II poderem ser comparados de forma justa.

Que benefícios são realmente sustentados pela investigação?

O que o registo da autoridade fornecido realmente mostra

Área de resultadoO que está no registoLeitura prática
Osso e músculoO trabalho da EFSA sobre DRV de proteínas diz que o Painel analisou a saúde óssea e a massa muscular, mas os dados foram insuficientes para derivar ingestões de referência de proteína a partir desses resultados.A linguagem geral sobre proteína não deve ser retroativamente aplicada a promessas específicas sobre colagénio.

Porque é difícil generalizar resultados de produto para produto

O registo não descreve um único ingrediente padrão de colagénio. Uma consulta da UE diz respeito a um produto de cartilagem bovina hidrolisada feito de traqueia bovina que contém 60-70% de sulfato de condroitina e 30-40% de colagénio. Outro item associado à EFSA é um parecer de segurança intitulado “Safety of egg membrane collagen peptides as a novel food”. São origens e composições diferentes, por isso um dossier não deve ser lido como prova para todos os pós, cápsulas ou misturas de colagénio.

O que isto significa para alegações sobre pele, articulações, ossos, cabelo e unhas

O quadro da EFSA para novos alimentos diz respeito sobretudo à segurança, alergénios, toxicologia, rotulagem e desvantagem nutricional, e não à confirmação de resultados visíveis ou funcionais.

Os alimentos podem formar colagénio ou são necessários suplementos?

O que a alimentação pode fornecer diretamente e o que apenas fornece os blocos de construção

A distinção mais clara no material de autoridade está entre o próprio colagénio e a proteína alimentar que fornece aminoácidos. Uma consulta da UE sobre um ingrediente de suplemento alimentar descreve um produto de cartilagem de traqueia bovina hidrolisada como contendo 30–40% de colagénio, que é um material contendo colagénio de forma direta e não apenas uma fonte geral de proteína consulta da UE ao abrigo do Artigo 4 sobre cartilagem bovina hidrolisada. Em contraste, os valores de referência da EFSA para proteína aplicam-se à proteína alimentar mista de origem animal e vegetal, e a EFSA observa que as principais fontes de proteína dos adultos na Europa são carne e produtos de carne, cereais/produtos à base de cereais e leite/produtos lácteos ingestões de referência de proteína da EFSA.

Os alimentos podem formar colagénio ou são necessários suplementos?
A distinção mais clara no material de autoridade está entre o próprio colagénio e a proteína alimentar que fornece aminoácidos.
Categoria alimentarExemplo documentadoO que a fonte sustenta
Material que contém colagénio diretamenteCartilagem de traqueia bovina hidrolisada, 30–40% de colagénioO colagénio pode estar presente como ingrediente alimentar distinto, e não apenas como proteína genérica fonte
Alimentos que fornecem aminoácidosProteína alimentar mista de origem animal e vegetalContam para a ingestão total de proteína, que a EFSA mede em g/kg/dia e não em “gramas de colagénio” fonte

Os números úteis são para proteína e vitamina C, não para colagénio

Para os adultos, incluindo os idosos, a EFSA estabelece uma ingestão de referência para a população de proteína de 0,83 g por kg de peso corporal por dia. No mesmo resumo da EFSA, as ingestões médias típicas de adultos na Europa são referidas como 67–114 g/dia para homens e 59–102 g/dia para mulheres a EFSA estabelece ingestões de referência para a população para proteína. Na prática, isto significa que alguém que siga um padrão deliberadamente baixo em proteína deve verificar a ingestão em relação ao peso corporal, em vez de assumir que a ingestão de colagénio está automaticamente coberta.

O material de autoridade fornecido aqui apresenta números para proteína total e vitamina C; não apresenta um valor de referência alimentar para o próprio colagénio.

Porque é que a nutrição do colagénio é mais ampla do que “gramas de colagénio”

O colagénio tipo III é sintetizado pelas células como pré-procolagénio; depois, os resíduos de prolina são hidroxilados, alguns resíduos de lisina são hidroxilados ou glicosilados, e formam-se ligações cruzadas à medida que as fibrilas se montam revisão da biossíntese do colagénio tipo III. Isso torna uma nutrição global adequada mais relevante do que perseguir um alvo diário especial de colagénio. Nos materiais fornecidos aqui, proteína e vitamina C têm valores de ingestão explícitos; zinco e cobre não recebem metas de ingestão específicas para colagénio nestas fontes.

O caldo de ossos é um alimento, não uma dose padronizada

Um erro comum é tratar o caldo como se fornecesse uma quantidade fixa de colagénio. O material de autoridade fornecido aqui não apresenta tabelas padronizadas de teor de colagénio para caldos nem um equivalente padronizado por dose. O que apresenta são dados de composição para ingredientes processados quando esses dados são formalmente avaliados, como o produto de cartilagem bovina listado com 30–40% de colagénio consulta da UE sobre cartilagem bovina hidrolisada. Assim, o caldo é melhor tratado como uma escolha alimentar, enquanto qualquer tentativa de contabilizar uma dose precisa de colagénio exige um rótulo de produto analisado ou dados formais de composição.

Como deve escolher e usar um suplemento de colagénio?

Leia a linha de ingredientes antes do destaque da frente da embalagem

Se quiser um suplemento de colagénio, comece pelo nome exato do ingrediente e pela espécie de origem. Um registo de estado da UE para um produto de cartilagem bovina hidrolisada descreve o colagénio avaliado por origem e processamento: traqueia bovina, hidrólise, tratamento enzimático e purificação. Isto é mais útil do que alegações vagas na frente da embalagem.

Procure rótulos que indiquem claramente se o produto é colagénio hidrolisado ou hidrolisado de colagénio, e se a origem é bovina, suína, peixe/marinha ou frango, caso isso seja importante para si.

Tenha cuidado com a linguagem do tipo. As revisões científicas descrevem 28 tipos de colagénio numerados com algarismos romanos, por isso “tipo 0” não é nomenclatura padrão do colagénio. Rótulos como “1 2 3” podem soar específicos, mas continuam a ter de lhe indicar a origem e a quantidade declarada por dose.

Escolha o formato que vai realmente manter

FormaVantagem práticaO que verificar
Fácil de comparar em gramas por colher-medida ou por doseTamanho da dose e se o vai realisticamente misturar todos os dias
CápsulasPortáteis e simples para viajarQuantas cápsulas constituem uma dose completa
ComprimidosRotina diária simples para algumas pessoasQuantidade por dose diária completa, e não por comprimido
AmpolasFormato pré-doseadoO tamanho pequeno do frasco pode desviar a atenção da quantidade real de colagénio
GomasFáceis para pessoas que não gostam de pósColagénio total por dose, e não apenas o número de unidades
Compare os produtos pela quantidade de colagénio numa dose completa, pela espécie de origem indicada e pelo termo exato do ingrediente.

Use a linha da dose, não a narrativa da mistura

Verifique se o rótulo apresenta esse número em mg ou g e compare equivalentes.

Para a utilização do dia a dia, mantenha-o simples

O material da EFSA fornecido não estabelece uma regra especial de manhã ou à noite para o colagénio. Isto não é uma recomendação de uma dose específica; é um lembrete para ler cuidadosamente a linha da dose e escolher um formato que consiga usar de forma consistente.

Quem deve evitar o colagénio ou procurar aconselhamento primeiro?

Efeitos secundários do dia a dia: o que está realmente documentado aqui

O material profissional da EFSA e do NHS fornecido não apresenta dados de frequência verificados para queixas familiares de que as pessoas muitas vezes falam em relação a suplementos, como desconforto digestivo, sensação de enfartamento, náuseas ou sabor desagradável. O que documenta é que os suplementos alimentares podem ter composição variável, e que produtos de má qualidade ou de proveniência incerta podem conter ingredientes não declarados ou contaminantes, pelo que um problema de tolerabilidade nem sempre é explicado apenas pelo “colagénio” NHS SPS sobre suplementos alimentares NHS SPS sobre produtos complementares e medicamentos.

É por isso que a primeira verificação prática é a fórmula completa: origem da espécie, ingredientes adicionados e proveniência, e não apenas o número do colagénio na frente da embalagem NHS SPS sobre suplementos alimentares.

O risco de alergia depende da origem, não de “tipo I” ou “tipo III”

“Colagénio tipo III” é uma classe de colagénio na biologia humana, codificada por COL3A1; esse rótulo não lhe diz se um suplemento veio de peixe, de tecido bovino ou de um ingrediente derivado de ovo revisão do colagénio tipo III. A origem importa porque os riscos assinalados na evidência fornecida são específicos da origem.

Questão de origemO que a evidência fornecida mostraO que verificar
Pós marinhos ou derivados de peixeO inquérito de questões curtas da EFSA de 2020 assinalou os pós de colagénio marinho como uma potencial preocupação de alergia e observou que alguns produtos incluem grandes quantidades de cálcio; com ingestão elevada, também foram levantadas preocupações quanto a hipercalcemia e risco de pedras nos rins.Procure a origem marinha ou de peixe exata e qualquer aviso de alergia.
Ingredientes bovinosUm registo de consulta da UE descreve um produto de traqueia bovina hidrolisada contendo 60-70% de sulfato de condroitina e 30-40% de colagénio, mostrando que a origem bovina é usada nesta categoria.Verifique se a origem bovina é indicada de forma clara se a evita.
Ingredientes derivados de ovoA EFSA emitiu um parecer de segurança para peptídeos de colagénio de membrana de ovo, confirmando que existem ingredientes de colagénio derivados de ovo como um tipo de produto distinto.Se evita ovo, não confie apenas em “peptídeos de colagénio”; verifique a origem.

As fontes fornecidas não verificam separadamente riscos específicos do colagénio de marisco, suíno ou frango, o que é precisamente a razão pela qual a transparência da espécie importa mais do que formulações vagas como “peptídeos de colagénio” ou “mistura tipo 1 3”.

Quem deve verificar primeiro com um farmacêutico ou clínico

Se segue uma dieta restritiva ou gerida clinicamente, o colagénio continua a contar para a ingestão total de proteína. A EFSA estabelece a ingestão de referência para a população adulta de proteína em 0,83 g por kg de peso corporal por dia, por isso o colagénio adicional faz parte desse total e não algo separado ingestões de referência de proteína da EFSA.

Se toma vários medicamentos, informe o seu farmacêutico ou clínico. O NHS SPS diz que os suplementos devem ser incluídos na reconciliação da medicação e destaca riscos de interações, efeitos aditivos, toxicidade e qualidade variável do produto em produtos complementares NHS SPS sobre produtos complementares e medicamentos.

A evidência fornecida não identifica especificamente a doença renal crónica como um grupo de risco específico do colagénio. No entanto, assinala preocupações com pedras nos rins e hipercalcemia em ingestões elevadas de alguns pós de colagénio marinho que contêm muito cálcio inquérito da EFSA sobre riscos dos pós de colagénio.

Para gravidez ou amamentação, a afirmação mais precisa sustentada aqui é mais restrita: a conclusão de segurança da EFSA sobre peptídeos de colagénio de membrana de ovo aplicou-se a adultos, mas excluiu grávidas e mulheres a amamentar parecer da EFSA sobre peptídeos de colagénio de membrana de ovo.

Qualidade, contaminação e transparência do rótulo

O NHS SPS alerta que os suplementos têm, em geral, normas regulatórias inferiores às dos medicamentos, e que produtos de má qualidade podem envolver sobredosagem ou subdosagem, contaminação por metais pesados ou ingredientes farmacêuticos não declarados NHS SPS sobre suplementos alimentares NHS SPS sobre produtos complementares e medicamentos.

Por isso, os rótulos mais seguros são os specificamente aborrecidos: espécie identificada, lista clara de ingredientes e alguma forma de documentação independente da qualidade. Isto importa para verificar alergias, para evitar certas origens animais por motivos pessoais ou religiosos e para evitar produtos cujo marketing diz mais do que o rótulo realmente prova.

Segurança e precauções

Os suplementos de colagénio são suplementos alimentares, não medicamentos. Verifique a espécie de origem exata e a lista completa de ingredientes, porque as considerações de alergia podem depender da origem e a qualidade do produto pode variar. Ingestões elevadas de alguns pós de colagénio marinho também foram assinaladas por possíveis preocupações relacionadas com o cálcio.

Se toma medicamentos, está grávida ou a amamentar, ou está a considerar um suplemento de colagénio para uma criança, peça primeiro aconselhamento a um farmacêutico ou clínico. Isso é especialmente importante se usa vários medicamentos ou precisa de evitar determinadas origens animais.

Suplementos com as substâncias do artigo

Compare composição, dose e preço

Perguntas frequentes

O colagénio é uma proteína completa?

Esta página não estabelece o colagénio como referência de proteína completa.

O colagénio tópico funciona da mesma forma que o colagénio oral?

Esta página centra-se em suplementos orais e nos termos dos rótulos, não em cremes ou produtos tópicos. Um produto tópico e um suplemento oral são formatos diferentes, pelo que devem ser avaliados separadamente em vez de se assumir que são intercambiáveis.

Os veganos podem apoiar a produção de colagénio sem tomar colagénio?

Uma alimentação vegan não fornece o próprio colagénio animal. Esta página não avalia formas específicas para veganos de apoiar a produção de colagénio sem suplementos de colagénio. Apenas assinala que a ingestão total de proteína e a vitamina C têm aqui valores de ingestão, enquanto o próprio colagénio não tem.

O colagénio ajuda na celulite ou nas estrias?

Esta página não apoia a utilização de suplementos de colagénio para celulite ou estrias. Não apresenta formulações de benefícios aprovadas para esses resultados, por isso esses usos não devem ser assumidos a partir do marketing do colagénio.

O colagénio pode apoiar tendões e ligamentos durante a prática desportiva?

O colagénio tipo I é um importante colagénio nos tendões e ligamentos. Mas esta página não apoia alegações de suplementos para desempenho desportivo nem para melhorar esses tecidos durante o treino.

O colagénio interrompe um jejum intermitente?

Se isso se enquadra nas suas próprias regras de jejum depende de quão estritamente define um jejum.

Fontes

  1. Type III collagen (COL3A1): Gene and protein structure, tissue distribution, and associated diseases - PMC (link externo)
  2. Sheffield Laboratory Medicine (link externo)
  3. Ref. Ares(2023)265828 - 13/01/2023 (link externo)
  4. Applications of recombinant type III collagen in tissue engineering - PMC (link externo)
  5. Type III Collagen, a Fibril Network Modifier in Articular Cartilage - PMC (link externo)
  6. Collagen and Its Derivatives Serving Biomedical Purposes: A Review - PMC (link externo)
  7. Panel on Dietetic products, Nutrition and Allergies (link externo)
  8. Safety of egg membrane collagen peptides as a novel food pursuant to Regulation (EU) 2015/2283 - PubMed (link externo)
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  11. Novel foods | EFSA (link externo)
  12. ID 1513: “Collagen hydrolysate” and “Joint health” (link externo)
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  14. Health risks through large intake of collagen powder (M112) (link externo)
  15. Using food supplements – NHS SPS - Specialist Pharmacy Service – The first stop for professional medicines advice (link externo)
  16. Advising on complementary products and conventional medicines – NHS SPS - Specialist Pharmacy Service – The first stop for professional medicines advice (link externo)

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