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Tabela de vitamina C: visão geral de frutas e legumes

Publicado · Verificado automaticamente com as fontes · Por Tigoo redaktionSupplements

Resposta curta

Uma tabela de vitamina C só permite comparar adequadamente os teores de alimentos quando há valores concretos e uma quantidade de referência uniforme. As fontes disponíveis não indicam valores comparáveis para variedades específicas de frutas ou legumes; por isso, não é possível estabelecer uma classificação.

Fatos rápidos

  • As fontes não apresentam valores individuais de vitamina C para frutas ou legumes.
  • As informações disponíveis não permitem estabelecer uma classificação das variedades.
  • O estudo britânico analisa a ingestão de vitamina C e o contributo do sumo de fruta, não os teores dos alimentos. Descrição do estudo
  • Para que os valores de uma tabela sejam comparáveis, é necessário indicar claramente a quantidade de referência.
Tabela de vitamina C: visão geral de frutas e legumes

Tabela de vitamina C: visão geral de frutas e legumes

Uma tabela de vitamina C para frutas e legumes deve mostrar, de relance, que alimentos contêm vitamina C e como os respetivos teores se comparam. Pode ajudar a planear refeições e a compor um menu variado. No entanto, para fazer essa comparação, são necessários valores fiáveis relativos a alimentos específicos e a uma quantidade de referência uniforme.

As fontes disponíveis aqui não contêm valores concretos de vitamina C para variedades específicas de frutas ou legumes. Por isso, não é possível criar uma tabela com quantidades nem determinar quais são as frutas ou os legumes com mais vitamina C. Sem dados adequados, uma lista de valores ou uma classificação não seria fiável, pelo que não é apresentada. O estudo fornecido analisa a ingestão de vitamina C numa população britânica e modela alterações no consumo de sumo de fruta; não apresenta valores comparativos para variedades específicas de frutas e legumes.

Vitamina C nas frutas e nos legumes: o que deve mostrar uma tabela

Uma tabela de vitamina C informativa deve indicar claramente, para cada alimento, a que se refere o valor, por exemplo, a uma quantidade definida do alimento. Também é importante que os dados sejam comparáveis: valores relativos a quantidades diferentes ou a formas diferentes de um alimento não podem ser comparados diretamente. Como as fontes disponíveis não incluem esses dados, não seria adequado destacar variedades específicas como particularmente ricas em vitamina C.

O estudo sobre a ingestão de vitamina C descreve-a como uma vitamina hidrossolúvel que tem de ser obtida regularmente através da alimentação. Os resultados dizem respeito à alimentação em geral da população britânica estudada e ao contributo do sumo de fruta para a ingestão, não a uma tabela de valores para frutas ou legumes frescos. Por isso, a descrição do estudo não fornece uma base para estabelecer uma classificação dos alimentos.

Qual é a fruta com mais vitamina C?

Não é possível responder com rigor a esta pergunta com as informações disponíveis aqui: faltam valores concretos e comparáveis para variedades específicas de frutas. Por conseguinte, não há dados que sustentem uma afirmação geral sobre qual tem o maior teor. O mesmo se aplica a uma tabela de vitamina C para legumes. Ambas as tabelas exigem fontes que apresentem os valores de cada alimento com a mesma quantidade de referência.

Um PDF só seria útil se incluísse dados compreensíveis e comparáveis. As fontes fornecidas não apresentam valores para esse tipo de tabela. Por isso, a visão geral não inclui quantidades, em vez de apresentar números aparentemente precisos ou uma classificação sem fundamento. O estudo disponível pode servir de informação sobre a ingestão de vitamina C a partir de alimentos e bebidas, mas não substitui uma tabela dos teores de variedades específicas de frutas e legumes.

O que mostra — e o que não mostra — uma tabela de vitamina C

Uma tabela de vitamina C organiza os alimentos de acordo com o teor de vitamina C indicado. Assim, pode ajudar a apresentar lado a lado os dados relativos a frutas ou legumes. No entanto, essa comparação só é informativa quando existem dados adequados e comparáveis para todos os alimentos. Neste caso, não há dados nutricionais fiáveis relativos a alimentos específicos. Por isso, não é possível comparar teores exatos nem indicar uma fruta ou um legume como tendo o maior teor.

Uma tabela com números também não seria automaticamente uma classificação universal. Descreveria os valores indicados para os alimentos e as quantidades de referência nela incluídos. Sem os dados necessários, não é possível avaliar se os diferentes registos foram obtidos nas mesmas condições. Por isso, não seria fiável acrescentar uma ordem concreta ou um valor numérico.

Além disso, a tabela não mostra a quantidade de vitamina C que uma pessoa efetivamente obtém através da alimentação. Isso depende dos alimentos e das bebidas consumidos e das respetivas quantidades. Um estudo sobre dados alimentares do Reino Unido analisou a ingestão de vitamina C com base num inquérito à população e numa modelação do consumo de sumo de fruta; os resultados dizem respeito à população estudada e aos pressupostos utilizados, não ao teor de vitamina C de alimentos específicos numa tabela geral. O estudo sobre dados alimentares e sumo de fruta

Também é importante ter em conta que o organismo não consegue produzir nem armazenar vitamina C, pelo que esta tem de ser obtida regularmente através da alimentação. O estudo descreve a vitamina C como um nutriente que deve ser obtido regularmente através da alimentação Isso não significa que uma tabela, por si só, determine as necessidades individuais ou a escolha adequada de alimentos. É uma ferramenta de orientação, e a sua utilidade depende da qualidade e da comparabilidade dos valores subjacentes.

  • Uma tabela de vitamina C pode: apresentar os teores indicados de forma organizada, desde que existam dados fiáveis e comparáveis.
  • Neste caso, não pode: comprovar os teores exatos de alimentos específicos nem responder a que fruta ou legume tem mais vitamina C.
  • Não substitui: a análise da alimentação no seu conjunto; a vitamina C tem de ser obtida regularmente através dos alimentos. Fonte sobre a ingestão regular através da alimentação

Vitamina C nas frutas: como interpretar corretamente os valores

«Qual é a fruta com mais vitamina C?» A pergunta parece pedir uma classificação simples. No entanto, as fontes disponíveis aqui não indicam variedades específicas de frutas nem os respetivos teores de vitamina C. Por isso, não é possível criar uma tabela de frutas com valores concretos nem identificar com fiabilidade a fruta com o maior teor. Não há dados que sustentem uma classificação ou um valor numérico. O estudo sobre o consumo de vitamina C no Reino Unido considera os alimentos e as bebidas como contributos para a ingestão total, mas os dados fornecidos não apresentam valores de vitamina C para variedades específicas de frutas.

Para uma «tabela de vitamina C nas frutas», são essenciais dados concretos e comparáveis: que fruta foi analisada, a que quantidade se referem os valores e se os dados provêm da mesma fonte. Sem essas informações, a comparação pode facilmente induzir em erro. Um número sem uma quantidade de referência não indica quanta vitamina C fornece uma porção habitual. Do mesmo modo, não se pode deduzir uma ordem aparentemente precisa de uma fonte que não compara variedades de frutas.

Qual é a fruta com mais vitamina C?

Não é possível responder a esta pergunta com base nas fontes aqui referidas. O estudo regista a ingestão de vitamina C e modela de que forma diferentes padrões de consumo de sumo de fruta poderão afetá-la. No entanto, não é uma tabela do teor de vitamina C das frutas e não identifica a fruta com o maior teor. Os dados publicados sobre o estudo apresentam, entre outros aspetos, o contributo do sumo de fruta para a ingestão de vitamina C da população estudada; não fornecem uma classificação de frutas inteiras.

Este aspeto também é importante em pesquisas como «qual é a fruta com mais vitamina C tabela»: uma resposta fiável teria de incluir valores de várias variedades de frutas com uma quantidade de referência uniforme. Como esses dados não estão disponíveis aqui, não seria adequado indicar frutas específicas ou estimar teores. Quem comparar valores de tabelas diferentes deve também verificar se os números se referem à mesma quantidade e ao mesmo tipo de medida.

O que se pode concluir das fontes?

O estudo descreve a vitamina C como um nutriente que tem de ser obtido regularmente através da alimentação e analisa os contributos de alimentos e bebidas. No entanto, não permite concluir que frutas têm um teor particularmente elevado. A fonte sustenta, assim, a relação geral entre a alimentação e a ingestão de vitamina C, mas não fornece valores concretos para frutas.

Para uma interpretação rigorosa, uma tabela de frutas só deve apresentar números concretos e uma classificação se a fonte subjacente indicar efetivamente as variedades e os respetivos valores. Com os dados disponíveis, não é possível criar essa tabela. Por isso, não se identifica aqui, deliberadamente, uma suposta fruta com mais vitamina C.

Vitamina C nos legumes: tabela e comparação

Uma tabela com os valores de vitamina C de variedades específicas de legumes seria uma referência prática para as comparar. No entanto, as fontes disponíveis não indicam a quantidade de vitamina C fornecida por determinados legumes. Por isso, não é possível obter delas valores fiáveis para uma tabela de legumes nem estabelecer uma classificação das variedades. O estudo disponível analisa a ingestão de vitamina C e o contributo de alimentos e bebidas num grupo da população britânica; o material fornecido não apresenta valores para variedades específicas de legumes.

Por isso, não se incluem aqui, deliberadamente, quantidades concretas em miligramas nem afirmações como «com o maior teor de vitamina C». Sem valores comprovados, a comparação seria enganadora: uma tabela poderia dar a impressão de que as variedades estão ordenadas pelo teor, embora os dados necessários não estejam disponíveis. Também não é possível deduzir um valor aparentemente preciso a partir de resultados gerais sobre a ingestão de vitamina C.

O que indicam os dados disponíveis

O estudo analisa a vitamina C proveniente do conjunto dos alimentos e bebidas e modela alterações na ingestão associadas ao consumo de sumo de fruta. Apresenta, por exemplo, a proporção de participantes estudados que consumia sumo de fruta, bem como o contributo deste para a ingestão de vitamina C. Estes resultados dizem respeito ao grupo britânico estudado e não respondem à pergunta sobre qual variedade de legumes tem o maior teor de vitamina C. Sobre o estudo

  • Sem valores individuais: as fontes disponíveis não indicam quantidades de vitamina C para determinados legumes.
  • Sem comparação fiável: sem esses valores individuais, não é possível fazer uma comparação numérica nem estabelecer uma classificação.
  • Tenha em conta o âmbito: os resultados sobre a ingestão total de vitamina C de um grupo populacional não constituem uma tabela nutricional de legumes.

Quem procura uma tabela de legumes para os comparar diretamente precisa de uma fonte que indique expressamente os alimentos concretos e os respetivos valores de vitamina C. Não existe aqui essa base de dados. Assim, a resposta rigorosa à pesquisa «tabela de vitamina C legumes» é: não é possível quantificar ou comparar com fiabilidade variedades específicas com os dados disponíveis.

Vitamina C em alimentos e bebidas

É possível obter vitamina C através de alimentos e bebidas. No entanto, a contribuição de cada fonte para uma população depende do que as pessoas realmente comem e bebem. Um estudo nutricional britânico analisou a ingestão de vitamina C e a contribuição dos alimentos e bebidas para essa ingestão. Além disso, modelou como diferentes padrões de consumo de sumo de fruta poderiam afetar a ingestão. Os resultados dizem respeito aos participantes de um estudo britânico e não constituem uma tabela alimentar universal com valores de vitamina C por tipo de fruta ou hortícola. O estudo sobre vitamina C e sumo de fruta

O que o estudo britânico analisou

A análise utilizou dados de 3.558 pessoas da National Diet and Nutrition Survey britânica, relativos ao período de 2016 a 2019. Registou a ingestão de vitamina C e analisou a proporção que provinha do sumo de fruta. Em seguida, um modelo nutricional comparou cenários nos quais mais pessoas bebiam sumo de fruta ou as pessoas que já o consumiam aumentavam a quantidade ingerida. Trata-se de uma análise da alimentação de uma população específica e de modelações teóricas — não de uma comparação direta do teor de vitamina C de diferentes alimentos. Métodos e resultados do estudo

Nos dados analisados, 40 por cento da população bebia sumo de fruta. Segundo o estudo, em todas as faixas etárias, este fornecia 25 por cento da quantidade de vitamina C ingerida. Estes valores descrevem o contexto alimentar britânico observado. Não significam que o sumo de fruta forneça um quarto da vitamina em todos os padrões alimentares, nem podem ser facilmente aplicados a outros países ou a pessoas específicas. Dados sobre a contribuição do sumo de fruta no estudo britânico

O que os resultados indicam sobre a ingestão de vitamina C

Na população analisada, a ingestão de vitamina C proveniente de alimentos e bebidas era, em geral, superior aos valores de referência de 30 a 40 mg por dia utilizados no estudo. Menos de dez por cento apresentavam valores inferiores à necessidade média estimada; menos de dois por cento ficavam abaixo do valor de referência inferior considerado no estudo. Estes dados dizem respeito à amostra britânica e aos valores de referência utilizados na investigação. Não constituem um cálculo das necessidades individuais nem uma recomendação para uma pessoa específica. Ingestão e valores de referência no estudo

A modelação indicou que o valor médio de vitamina C aumentaria se mais pessoas incluíssem sumo de fruta no seu padrão alimentar. No que respeita à proporção da população que atingia os valores de referência analisados, o efeito foi maior quando o consumo se alargava a pessoas adicionais do que quando as pessoas que já consumiam sumo bebiam mais. Estes são resultados de um cenário alimentar, não uma indicação de que uma determinada quantidade de sumo seja necessária ou adequada para todas as pessoas. Resultados dos cenários de consumo de sumo de fruta modelados

Porque o estudo não substitui uma tabela de frutas ou hortícolas

Quem procura uma «tabela de vitamina C» ou «vitamina C na fruta» geralmente pretende comparar os valores de alimentos específicos. O estudo britânico responde a uma pergunta diferente: analisa a ingestão numa população e modela a possível influência do sumo de fruta. Por isso, não é possível determinar, a partir dos resultados apresentados, que fruta contém mais vitamina C ou quanta vitamina C fornece uma determinada porção de hortícolas. Para isso, seriam necessários valores comparáveis do teor de cada alimento e uma porção claramente definida; este estudo não apresenta esses valores individuais. Âmbito da análise alimentar realizada

A modelação também não equivale a um ensaio que meça os efeitos de uma alteração real da alimentação em cada pessoa. Mostra como alterações presumidas no consumo de sumo de fruta poderiam afetar as ingestões calculadas com base nos dados do estudo britânico. O estudo também refere que a inclusão mais ampla de sumo de fruta modelada teve apenas um efeito mínimo na ingestão de açúcares livres. Este é um resultado do modelo e não uma avaliação geral de bebidas específicas ou de padrões alimentares. Pressupostos do modelo e efeitos relatados

Por isso, é importante não confundir ingestão e teor ao interpretar uma tabela alimentar: a ingestão descreve a quantidade de vitamina C que as pessoas obtêm através da alimentação; uma tabela com valores individuais teria de indicar o teor de alimentos específicos. O estudo britânico fornece indicações sobre o papel do sumo de fruta nos dados alimentares recolhidos nesse país. No entanto, não é uma obra de consulta sobre as quantidades de vitamina C em frutas e hortícolas. Dados britânicos sobre ingestão e fontes alimentares

O que a investigação e as alegações autorizadas permitem concluir

Uma tabela com valores de vitamina C nos alimentos mostra as quantidades que determinados alimentos podem fornecer. No entanto, não responde automaticamente à questão de como é a ingestão numa população: para isso, recorrem-se a inquéritos alimentares e a valores de referência estabelecidos. Um estudo britânico analisou a ingestão de vitamina C com base em dados da National Diet and Nutrition Survey relativos a 2016 a 2019. Foram incluídas 3.558 pessoas. Os resultados dizem respeito à população analisada no Reino Unido e não podem ser simplesmente transpostos para a Alemanha. Sobre o estudo nutricional britânico

Neste estudo, os alimentos e as bebidas forneciam, em geral, mais vitamina C do que os valores de referência utilizados. Ao mesmo tempo, uma parte da população analisada apresentava valores inferiores a diferentes referências: menos de dez por cento ficavam abaixo da Estimated Average Requirement (EAR; necessidade média estimada) e menos de dois por cento abaixo da Lower Reference Nutrient Intake (LRNI; ingestão de referência inferior), que é mais baixa. Estes dados coexistem sem se contradizerem: um valor típico acima de um valor de referência não significa que todas as pessoas estejam acima dele. O estudo descreve distribuições na população britânica analisada; não analisa a população alemã nem constitui uma avaliação individual do estado nutricional. Resultados e valores de referência utilizados

O contexto do estudo também é importante: os investigadores analisaram a ingestão de vitamina C e modelaram possíveis alterações associadas ao consumo de sumo de fruta. As modelações descritas não medem os efeitos em pessoas específicas. Por conseguinte, não permitem formular uma recomendação pessoal nem uma afirmação universal sobre a escolha de alimentos mais adequada. Para interpretar uma tabela de vitamina C, continuam a ser determinantes os valores dos alimentos apresentados e a respetiva porção; os dados populacionais fornecem outro tipo de informação. Descrição do estudo e modelação

O que se pode dizer sobre as alegações de saúde autorizadas na UE?

As fontes fornecidas não incluem informações sobre quais as alegações autorizadas como alegações de saúde da UE nem sobre as condições em que podem ser utilizadas. Por isso, não são acrescentadas aqui alegações de saúde autorizadas. O estudo britânico apresenta dados de inquéritos alimentares e valores de referência; por si só, não constitui prova de uma alegação autorizada. Uma tabela de vitamina C deve, portanto, limitar-se a informações nutricionais verificáveis e não reformular resultados de estudos como afirmações publicitárias ou avaliações de saúde individuais. Objeto e resultados do estudo

Limitações dos dados: as fontes não fornecem uma tabela em PDF

Quem procura uma tabela de vitamina C em PDF espera normalmente uma consulta prática com quantidades concretas — por exemplo, quanto de vitamina C existe em determinadas frutas e hortícolas. No entanto, as fontes disponíveis aqui não fornecem esses valores. Por conseguinte, não oferecem uma base fiável para criar uma tabela de frutas, uma tabela de hortícolas ou um PDF com teores de vitamina C por 100 gramas. A revisão sobre a vitamina C aborda possíveis relações com processos biológicos e avalia a evidência disponível; não é uma tabela nutricional. O estudo sobre a ingestão de vitamina C no Reino Unido analisa dados alimentares e alterações modeladas do consumo de sumo de fruta, mas também não apresenta, nas informações disponíveis, os teores de vitamina C de frutas ou hortícolas específicos.

Por isso, não seria fiável deduzir destas fontes uma tabela com valores aparentemente precisos. Também não é possível responder à pergunta «Que fruta tem mais vitamina C?»: para isso, seriam necessários dados nutricionais comparáveis de frutas específicas e uma quantidade de referência claramente definida. O mesmo se aplica à procura de uma tabela de vitamina C para hortícolas. Sem esses dados, uma classificação ou comparação numérica não teria fundamento.

As fontes disponíveis podem, ainda assim, fornecer outro contexto mais limitado. Numa análise nutricional britânica, o sumo de fruta contribuiu para uma parte da ingestão de vitamina C das pessoas analisadas; o estudo também examinou alterações modeladas do consumo. Estes resultados dizem respeito à população analisada e à sua alimentação, não ao teor de vitamina C de determinadas frutas nem a uma comparação entre frutas e hortícolas. O estudo descreve os seus dados e a modelação, mas não apresenta uma tabela com valores individuais dos alimentos.

Uma análise especializada sobre a vitamina C também não substitui uma tabela alimentar. A revisão disponível considera que a evidência para várias questões biológicas é inconsistente e salienta que grande parte dos conhecimentos mecanísticos provém de modelos laboratoriais e pré-clínicos. A sua finalidade é, portanto, diferente da de uma base de dados nutricional. A revisão não comprova quantidades específicas em frutas ou hortícolas.

O que se pode — e o que não se pode — concluir a partir das fontes

  • Comprovado: Uma das fontes analisa a ingestão de vitamina C e as quantidades modeladas de sumo de fruta num estudo nutricional britânico. Os dados dizem respeito a este estudo.
  • Não comprovado: Valores de vitamina C de frutas e hortícolas específicos, quantidades por 100 gramas, uma classificação dos tipos particularmente ricos em vitamina C ou uma comparação direta entre alimentos. As fontes fornecidas não incluem os dados nutricionais necessários para isso.
  • Implicação para um PDF: Não é possível criar, com base nestas fontes, uma tabela fiável em PDF com valores de frutas ou hortícolas. Os números ou as classificações de variedades não teriam aqui fundamento nas fontes.

Esta limitação é importante porque uma tabela bem apresentada pode fazer com que os números pareçam rapidamente definitivos. Sem uma fonte indicada, uma base de referência e dados comparativos adequados, um PDF desse tipo transmitiria mais precisão do que os materiais permitem. Assim, para estas fontes, a resposta à procura de uma tabela de vitamina C ou de uma versão em PDF é a seguinte: são suficientes para uma contextualização geral, mas não para apresentar valores concretos de alimentos. Em vez de incluir números sem fundamento, esta síntese assinala deliberadamente, de forma transparente, a ausência de dados.

Como utilizar de forma adequada uma tabela de vitamina C

Uma tabela de vitamina C é, antes de mais, uma obra de consulta: pode permitir comparar alimentos com base no teor de vitamina C indicado. Para que os números sejam úteis, convém perceber primeiro o que a tabela representa exatamente. Os passos de verificação seguintes permitem contextualizar os dados sem lhes atribuir mais significado do que realmente têm.

  • Verifique a fonte e a finalidade: É possível saber quem compilou os valores e para que se destina a tabela? Um quadro nutricional responde a uma pergunta diferente da de um estudo populacional que analisa dados reais sobre a alimentação ou compara matematicamente diferentes cenários. Por exemplo, um estudo britânico analisou dados alimentares de 3.558 pessoas e modelou possíveis alterações na ingestão de vitamina C decorrentes do consumo de sumo de fruta. O resultado não é uma tabela de alimentos nem uma medição do teor de vitamina C de uma porção específica. O estudo sobre dados alimentares e modelizações
  • Tenha em conta o âmbito: Verifique se a tabela apresenta valores por 100 gramas, por porção ou por outra quantidade de referência. Estes dados não podem ser comparados diretamente sem conversão. Também é importante saber se o quadro abrange determinados alimentos ou uma seleção definida. Se estas informações não estiverem disponíveis, não fica claro o que está a ser comparado.
  • Faça a pergunta certa: Para saber «Que fruta tem mais vitamina C?», é necessária uma tabela que apresente os valores das frutas com a mesma quantidade de referência. Do mesmo modo, uma tabela geral de vitamina C ou um quadro sobre legumes deve indicar quais os alimentos considerados. Sem dados comprovados e comparáveis, não é possível estabelecer uma classificação apenas com base no título da tabela.
  • Não interprete os valores da tabela como resultados de estudos: Um estudo populacional pode descrever a ingestão registada num grupo estudado ou calculada num modelo. Isso não indica automaticamente quanto de vitamina C contém um determinado alimento. Por outro lado, a presença de um alimento numa tabela não demonstra como é, na realidade, a alimentação de uma população.

O estado da investigação também não deve ser confundido com uma tabela. Uma revisão descreve a evidência sobre a vitamina C como heterogénea: uma grande parte da investigação analisada provém de modelos celulares e pré-clínicos; os dados de estudos de intervenção em seres humanos são limitados. Isto é um sinal de que importa distinguir cuidadosamente os diferentes tipos de evidência — e não um motivo para atribuir a um simples quadro nutricional conclusões que este não avaliou. A revisão da investigação sobre a vitamina C e o envelhecimento

Tabela de vitamina C em PDF: Um PDF pode ser prático para guardar ou imprimir. Ainda assim, antes de o utilizar, deve ser possível identificar a fonte, a quantidade de referência e o âmbito abrangido. O que importa não é o formato do ficheiro, mas sim se os dados são transparentes e adequados à comparação pretendida.

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Perguntas frequentes

Qual é a fruta com mais vitamina C?

Não é possível responder com base nas fontes disponíveis: estas não contêm valores comparáveis de vitamina C para variedades específicas de frutas.

Existe uma tabela de vitamina C para legumes?

As fontes disponíveis não indicam quantidades de vitamina C para variedades específicas de legumes. Por isso, não é possível criar uma tabela numérica de legumes nem estabelecer uma classificação.

Porque é que a quantidade de referência é importante numa tabela de vitamina C?

Os valores relativos a quantidades diferentes não podem ser comparados diretamente. Por isso, uma tabela informativa deve indicar claramente a que quantidade se refere cada valor.

O estudo britânico substitui uma tabela de vitamina C?

Não. Analisa a ingestão de vitamina C numa população britânica e modela o contributo do sumo de fruta. Não apresenta valores dos teores de variedades específicas de frutas ou legumes. Descrição do estudo

É possível criar um PDF com uma tabela de vitamina C a partir das fontes?

Não é possível criar com base nelas um PDF fiável com valores concretos de frutas ou legumes, pois faltam valores individuais comparáveis.

Fontes

  1. Vitamin C as a Potential Geroprotector: Interactions with Aging Hallmarks and Implications for Healthy Longevity. (link externo)
  2. A dietary modelling approach to examine the impact on vitamin C intakes in the United Kingdom with varying consumption of fruit juice. (link externo)

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