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O ácido L-ascórbico é o mesmo que a vitamina C?

Publicado · Verificado automaticamente com as fontes · Por Tigoo redaktionSupplements

Resposta curta

Sim. A vitamina C também é conhecida como ácido L-ascórbico, e os rótulos também podem indicar ácido ascórbico ou sais de ascorbato, como ascorbato de sódio ou ascorbato de cálcio. Estes são nomes de ingredientes diferentes que continuam a fornecer vitamina C.

Fatos rápidos

  • A vitamina C também é conhecida como ácido L-ascórbico.
  • Os rótulos também podem usar ácido ascórbico ou sais de ascorbato.
  • A vitamina C é hidrossolúvel e não é armazenada em grandes reservas.
  • Doses orais mais elevadas têm maior probabilidade de causar desconforto gástrico.
  • Os adultos têm um limite máximo tolerável de 2.000 mg/dia.
  • Existem recomendações de ingestão específicas para crianças, gravidez e amamentação.
O ácido L-ascórbico é o mesmo que a vitamina C?

O que é o ácido L-ascórbico e é vitamina C?

O nome que pode ver no rótulo

Na ficha informativa do NIH Office of Dietary Supplements, a vitamina C é “também conhecida como ácido L-ascórbico”, e o parecer científico da EFSA usa a forma “Vitamina C (ácido L-ascórbico, ascorbato)”. Na prática, isso significa que um rótulo pode apresentar o mesmo nutriente como vitamina C ou como ácido L-ascórbico. NIH ODS vitamin C fact sheet EFSA scientific opinion on dietary reference values for vitamin C

A EFSA também descreve a vitamina C como um composto orgânico hidrossolúvel, e o seu parecer analisa as reservas corporais medidas em miligramas, incluindo homens depletados com uma reserva corporal inferior a 300 mg. Isto é uma pista útil para ler os rótulos: a vitamina C não é um nutriente que o organismo mantenha em grande reserva, por isso tem de ser fornecida regularmente através da alimentação ou de suplementos. EFSA scientific opinion on dietary reference values for vitamin C

Ácido ascórbico, ascorbato e sais minerais

As fontes oficiais não usam apenas um nome. O NIH diz que os suplementos contêm tipicamente ácido ascórbico, enquanto outras formas de suplemento incluem ascorbatos minerais, como o ascorbato de sódio e o ascorbato de cálcio. Do mesmo modo, a EFSA enumera a vitamina C como ácido L-ascórbico, ascorbato e os seus sais de cálcio, potássio e sódio. Para quem compra, o ponto-chave é simples: estes são nomes de ingredientes diferentes, mas todos fornecem vitamina C. NIH ODS vitamin C fact sheet EFSA scientific opinion on dietary reference values for vitamin C

Termo no rótuloO que dizem as fontes oficiaisO que reconhecer
Vitamina CO NIH diz que a vitamina C também é conhecida como ácido L-ascórbicoO nome mais acessível ao consumidor para o nutriente
Ácido L-ascórbicoTanto a EFSA como o NIH usam este nomeO nome químico que pode ver nos suplementos
Ácido ascórbicoO NIH diz que os suplementos contêm tipicamente ácido ascórbicoUma forma simples e comum de vitamina C
Ascorbato de sódio / ascorbato de cálcioO NIH enumera os ascorbatos minerais; a EFSA enumera os sais de cálcio, potássio e sódioNomes de ingredientes diferentes que continuam a fornecer vitamina C

Como ler rapidamente um rótulo de vitamina C

Se pretende vitamina C, procure na lista de ingredientes vitamina C, ácido ascórbico, ácido L-ascórbico ou um sal de ascorbato, como ascorbato de sódio ou ascorbato de cálcio. O NIH observa que o ácido ascórbico em suplementos tem biodisponibilidade equivalente à do ácido ascórbico naturalmente presente nos alimentos, pelo que o ácido ascórbico simples é uma opção padrão e reconhecida. NIH ODS vitamin C fact sheet

Quando vir “vitamina C”, “ácido L-ascórbico” ou “ascorbato” num rótulo, está a ver nomes diferentes para ingredientes de vitamina C.

Como atua a vitamina C no organismo?

O colagénio é o exemplo mais claro

A EFSA descreve a vitamina C como um cofator enzimático para reações catalisadas por mono-oxigenases, dioxigenases e oxigenases de função mista, e afirma que desempenha um papel importante na biossíntese de colagénio. O mesmo relatório afirma que a deficiência de vitamina C prejudica a síntese de colagénio. relatório científico da EFSA O NIH Office of Dietary Supplements também enumera a vitamina C como necessária para a biossíntese de colagénio. NIH ODS vitamin C fact sheet

Como atua a vitamina C no organismo?
A EFSA descreve a vitamina C como um cofator enzimático para reações catalisadas por mono-oxigenases, dioxigenases e oxigenases de função mista, e afirma que desempenha um papel importante na biossíntese de colagénio.

Defesa antioxidante

A vitamina C também atua como agente redutor e antioxidante. A EFSA afirma que neutraliza espécies reativas de oxigénio e azoto e faz parte da rede antioxidante do organismo, enquanto o NIH ODS descreve a vitamina C como um importante antioxidante fisiológico que pode regenerar outros antioxidantes, incluindo o alfa-tocoferol (vitamina E). relatório científico da EFSA NIH ODS vitamin C fact sheet

Carnitina, catecolaminas e ferro

A vitamina C também é essencial para a síntese de carnitina e catecolaminas, e a ficha informativa do NIH ODS enumera a L-carnitina e certos neurotransmissores entre as suas funções. relatório científico da EFSA NIH ODS vitamin C fact sheet

relatório científico da EFSA NIH ODS vitamin C fact sheet

Processo do organismoO que dizem as evidências
Biossíntese de colagénioA vitamina C é um cofator para reações enzimáticas envolvidas na biossíntese de colagénio; a deficiência prejudica a síntese de colagénio. EFSA
Defesa antioxidanteA vitamina C neutraliza espécies reativas de oxigénio e azoto e pode regenerar a vitamina E. EFSA NIH ODS
Carnitina e catecolaminasA vitamina C é essencial para a síntese de carnitina e catecolaminas. EFSA
Absorção de ferro não-hemeEFSA
Baixa ingestãoA EFSA afirma que uma falta contínua de vitamina C na alimentação causa escorbuto. EFSA

De quanta vitamina C precisa por dia?

A Europa e os Estados Unidos usam números de referência diferentes

Na Europa, a EFSA define Valores de Referência Dietéticos (DRVs), incluindo uma Necessidade Média (AR) e uma Ingestão de Referência para a População (PRI). Para homens adultos saudáveis, a EFSA propõe uma AR de 90 mg/dia e uma PRI de 110 mg/dia; para mulheres adultas saudáveis, os valores são 80 mg/dia e 95 mg/dia. Nos Estados Unidos, o NIH Office of Dietary Supplements apresenta antes RDAs: 90 mg/dia para homens e 75 mg/dia para mulheres, sendo aconselhado aos fumadores acrescentar 35 mg/dia. EFSA scientific opinion on vitamin C; NIH ODS consumer fact sheet

GrupoEuropa (EFSA)Estados Unidos (NIH ODS)
Homens adultosAR 90 mg/dia; PRI 110 mg/diaRDA 90 mg/dia
Mulheres adultasAR 80 mg/dia; PRI 95 mg/diaRDA 75 mg/dia
Crianças20 mg/dia dos 1 aos 3 anos; 100 mg/dia para rapazes e 90 mg/dia para raparigas dos 15 aos 17 anos15 mg/dia a 115 mg/dia, consoante a idade
FumadoresAqui não é indicado um valor EFSA separado+35 mg/dia

Crianças, gravidez e amamentação

A EFSA afirma que os valores para crianças e adolescentes são calculados a partir das necessidades dos adultos com base no peso corporal de referência, o que é uma das razões pelas quais os números mudam consoante a idade e o sexo. O mesmo parecer acrescenta 10 mg/dia durante a gravidez e 75 mg/dia durante a lactação, ambos acrescidos ao PRI de uma mulher não grávida. EFSA DRVs summary report; EFSA scientific opinion on vitamin C

Não cito aqui um valor nórdico separado porque não foi recuperada nenhuma fonte primária nórdica no conjunto de evidência permitido.

A ingestão diária importa mais do que grandes doses ocasionais

Cumprir uma ingestão de referência não é o mesmo que simplesmente evitar a deficiência. A EFSA relaciona o escorbuto em adultos com concentrações plasmáticas de ascorbato inferiores a cerca de 10 µmol/L, enquanto concentrações acima de cerca de 50 µmol/L refletem uma quase saturação das reservas corporais. A EFSA também refere uma absorção gastrointestinal de cerca de 80% com uma ingestão de cerca de 100 mg/dia, e afirma que o ascorbato plasmático só sobe para o intervalo de 70-80 µmol/L com doses grandes crónicas. EFSA scientific opinion on vitamin C

Use os números como metas diárias, não como autorização para “compensar” com uma dose grande.

Para uso prático, a leitura mais segura é simples: tente atingir a referência adequada à idade e à fase da vida na maioria dos dias, e trate os ajustamentos para fumadores ou gravidez como metas diárias mais elevadas, e não como ocasiões especiais. Isso mantém o foco numa ingestão estável, que é aquilo que os valores de referência se destinam a refletir. EFSA scientific opinion on vitamin C; NIH ODS consumer fact sheet

O que é realmente suportado pelas alegações autorizadas e pela investigação?

A EFSA também afirma que os seus pareceres científicos são usados para decidir que alegações podem ser autorizadas para utilização nos rótulos dos alimentos na UE, e só são permitidas alegações sustentadas por evidência sólida EFSA health claims overview.

O que é realmente suportado pelas alegações autorizadas e pela investigação?
A EFSA também afirma que os seus pareceres científicos são usados para decidir que alegações podem ser autorizadas para utilização nos rótulos dos alimentos na UE, e só são permitidas alegações sustentadas por evidência sólida EFSA health claims overview .

A formulação autorizada que os consumidores devem reconhecer

Formulação autorizada da alegaçãoCondição

Essa é a leitura segura para quem compra: a linguagem do rótulo refere-se à fisiologia normal.

Onde a ciência é mais forte

A evidência mais clara é a favor da manutenção da função normal quando a ingestão é baixa. É por isso que o apoio é mais visível quando o estado da vitamina C tem sido fraco: o nutriente está a ajudar o organismo a regressar à fisiologia normal.

A investigação sobre as constipações comuns mostra um efeito modesto, não dramático. A ficha informativa do NIH ODS sobre função imunitária cita uma revisão Cochrane de 2013 de 29 ensaios com 11.306 participantes: uma ingestão regular de pelo menos 200 mg/dia não reduziu a incidência de constipações na população em geral, mas reduziu o risco em cerca de 52% em pessoas sob stress físico extremo e encurtou a duração da constipação em cerca de 8% nos adultos e 14% nas crianças NIH ODS immune function fact sheet. A mesma ficha informativa também cita uma meta-análise de 2021 de 24 ensaios com 10.961 adultos, que encontrou um risco global de constipação cerca de 4% inferior e uma duração cerca de 9% mais curta.

Como ler o rótulo sem o interpretar em excesso

Use a formulação autorizada como uma alegação sobre a função normal do organismo e use a investigação como verificação de quão modesto costuma ser o efeito quando a ingestão já é adequada.

No caso da vitamina C, o erro prático é ler a linguagem de marketing como se previsse um resultado clínico.

Quais são as principais limitações dos suplementos de vitamina C?

A absorção atinge um limite

O organismo não absorve a vitamina C de forma linear à medida que as doses aumentam. O Office of Dietary Supplements do NIH informa que a absorção intestinal é de cerca de 70% a 90% com 30 a 180 mg/dia, mas desce para menos de 50% acima de 1 g/dia, com maior excreção do excesso na urina. O relatório da EFSA também descreve que o ascorbato plasmático sobe para cerca de 50 µmol/L com 60 a 100 mg/dia e depois abranda em direção a um patamar de cerca de 70 a 80 µmol/L com doses cronicamente elevadas. folha informativa do NIH ODS sobre vitamina C relatório científico da EFSA

Ingestão ou grupoO que a evidência relataPorque os resultados podem parecer modestos
30 a 180 mg/diaCerca de 70% a 90% de absorção NIH ODSAs doses mais pequenas são utilizadas de forma eficiente.
Acima de 1 g/diaMenos de 50% é absorvido, com maior excreção na urina NIH ODSMais do comprimido pode ser desperdiçado.
60 a 100 mg/diaO ascorbato plasmático sobe para cerca de 50 µmol/L EFSAUma ingestão mais elevada não continua a aumentar os níveis ao mesmo ritmo.

Mais não é automaticamente melhor

O ODS diz que a suplementação para além da ingestão alimentar normal não aumenta de forma significativa a vitamina C plasmática, a menos que a pessoa parta de um estado deficiente. Também observa que muitos estudos incluíram participantes que já estavam próximos da saturação dos tecidos, limitando a margem para um suplemento produzir uma grande diferença mensurável. folha informativa do consumidor do NIH ODS folha informativa do NIH ODS sobre vitamina C

Os resultados dos ensaios dependem do estado basal e da população

Numa revisão Cochrane de 2013 de 29 ensaios com 11 306 participantes, a vitamina C tomada regularmente não reduziu a incidência da constipação comum na população geral, mas reduziu o risco em cerca de 52% em pessoas expostas a esforço físico extremo. Essa mesma revisão concluiu que a duração da constipação foi reduzida em cerca de 8% nos adultos e 14% nas crianças. Uma meta-análise de 2021 de 24 ensaios com 10 961 adultos concluiu uma redução global do risco de constipação comum de cerca de 4%, uma redução de cerca de 18% nos homens, nenhum efeito significativo nas mulheres e uma duração dos sintomas cerca de 9% mais curta. folha informativa do NIH ODS sobre a função imunitária

Os comprimidos de vitamina C tendem a parecer mais úteis quando a ingestão é baixa ou o esforço físico é elevado; em grupos com melhor estado nutricional, as alterações costumam ser pequenas.

O que a evidência não mostra

O trabalho da EFSA sobre a vitamina C considerou a constipação comum e os desfechos relacionados com doenças crónicas, mas os dados foram considerados insuficientes para conclusões firmes sobre esses desfechos. Do mesmo modo, o ODS observa que os ensaios aleatorizados não mostraram um efeito preventivo claro no cancro, mesmo quando os estudos observacionais por vezes parecem mais favoráveis. relatório científico da EFSA folha informativa do NIH ODS sobre vitamina C

Que alimentos são mais ricos em vitamina C?

Alimentos comuns a procurar

O Office of Dietary Supplements do NIH inclui, entre as fontes comuns de vitamina C, citrinos como laranjas e toranjas, pimentos vermelhos e verdes, kiwi, brócolos, morangos, meloa, tomates e batatas assadas: folha informativa do consumidor do NIH ODS. O parecer sobre valores de referência alimentares da EFSA diz que os principais contribuintes para a ingestão de vitamina C nos adultos são a fruta e os vegetais e os respetivos sumos, e as batatas: parecer científico da EFSA.

Que alimentos são mais ricos em vitamina C?
O Office of Dietary Supplements do NIH inclui, entre as fontes comuns de vitamina C, citrinos como laranjas e toranjas, pimentos vermelhos e verdes, kiwi, brócolos, morangos, meloa, tomates e batatas assadas: folha informativa do consumidor do NIH ODS .
Exemplo de alimentoQuantidade indicada na fonte
Sopa de tomate enlatada15,6 mg por 1/2 chávena
Sopa enlatada de carne de vaca e legumes9 mg por chávena
Caqui12,6 mg cada

Esses valores vêm da tabela de vitamina C do USDA, e a base de dados de nutrientes do USDA é a fonte de referência por detrás das consultas detalhadas de composição dos alimentos: tabela de vitamina C do USDA. Para quem compra, o ponto prático é que a vitamina C não está limitada a um único “superalimento”; está distribuída por fruta comum, vegetais e pratos de batata.

Como a preparação altera o que chega ao prato

A folha informativa do consumidor do ODS diz que o armazenamento e a confeção reduzem o teor de vitamina C, enquanto cozinhar a vapor ou no micro-ondas normalmente preserva mais do que ferver ou armazenar por longos períodos: folha informativa do consumidor do NIH ODS. Isso significa que a vitamina C já presente nos alimentos é mais bem preservada com confeções curtas e evitando longos tempos de espera após a preparação.

Armazenamento curto e confeção mais suave conservam mais da vitamina C já presente nos alimentos.

O que uma alimentação mista normal consegue fazer

Uma forma simples de usar alimentos do dia a dia é estruturar as refeições em torno dos grupos que a EFSA e o ODS realmente mencionam: fruta ou sumo, vegetais, tomates, pimentos, brócolos e batatas. Em termos de compras do dia a dia, isso significa escolher um alimento com vitamina C em mais do que uma refeição, em vez de depender de uma única porção, e manter a confeção simples quando possível: folha informativa do consumidor do NIH ODS parecer científico da EFSA.

Que formas de suplemento existem e como se comparam?

O NIH ODS diz que a maioria dos suplementos de vitamina C usa ácido ascórbico e que a sua biodisponibilidade é equivalente à da vitamina C naturalmente presente nos alimentos; a mesma folha informativa também lista o ascorbato de sódio, o ascorbato de cálcio, outros ascorbatos minerais, o ácido ascórbico com bioflavonoides e o Ester-C como outras formas comuns. folha informativa do NIH ODS sobre vitamina C O ODS também refere que um estudo encontrou níveis plasmáticos de vitamina C semelhantes com Ester-C e ácido ascórbico, enquanto a vitamina C nos leucócitos foi mais elevada às 24 horas com Ester-C; outro estudo não encontrou diferenças nos níveis plasmáticos ou na excreção urinária entre ácido ascórbico, Ester-C e ácido ascórbico com bioflavonoides. folha informativa do NIH ODS sobre vitamina C

Ácido ascórbico simples e ascorbatos tamponados

Um rótulo de pó tamponado na base de dados do NIH combina ácido ascórbico com ascorbato de cálcio, ascorbato de magnésio e bicarbonato de potássio e afirma que a fórmula se destina a reduzir a acidez e a irritação gastrointestinal. exemplo de rótulo de vitamina C tamponada Isso é uma escolha de formulação, não uma prova de que o produto proporciona maior atividade de vitamina C. O ODS continua a descrever o ácido ascórbico simples como a opção com boa relação custo-eficácia, com biodisponibilidade comparável à de outras formas comuns. folha informativa do NIH ODS sobre vitamina C

Regra prática: se um produto tamponado se adaptar melhor à sua digestão, compare-o primeiro no rótulo como fonte de vitamina C e só depois em termos de conforto e conveniência.

Comprimidos, mastigáveis, pós e produtos de libertação prolongada

FormaO que mudaO que verificar no rótulo
Comprimidos ou cápsulasConveniência ao engolirVitamina C declarada por dose e quantas unidades constituem uma dose
MastigáveisSabor e facilidade de utilizaçãoAdoçantes, aromatizantes e o tamanho da dose
PósFlexibilidade da doseTamanho da colher-medida, tamanho da dose e se o pó é vitamina C simples ou uma mistura
Produtos de libertação prolongadaSistema de libertaçãoSe a dose diária fornece a quantidade indicada na frente da embalagem

Na lista de ingredientes, verifique se o rótulo menciona a vitamina C diretamente ou um composto que a contenha, como um ascorbato mineral. Veja também os excipientes e os adoçantes se quiser uma fórmula mais curta ou precisar de evitar determinados ingredientes.

Produtos lipossomais

Os produtos de vitamina C lipossomal na base de dados do NIH usam alegações como “absorção melhorada”, mas essas são alegações do produto e não provas independentes de superioridade. exemplo de rótulo de vitamina C lipossomal outro exemplo de rótulo de vitamina C lipossomal O NIH ODS não fornece dados comparativos independentes que mostrem que os produtos orais lipossomais são melhores do que as formas orais convencionais. folha informativa do NIH ODS sobre vitamina C

Compare primeiro os miligramas por dose, depois o tamanho da dose, a lista de ingredientes e o formato que consegue usar de forma consistente.

A vitamina C é segura e quem deve ter cuidado?

Em níveis normais de ingestão, a vitamina C é um nutriente normal, mas doses orais mais elevadas podem causar diarreia, náuseas, cólicas abdominais e outras perturbações gastrointestinais. folha informativa do NIH ODS sobre vitamina C

Quem precisa de cautela extra?

As pessoas com antecedentes de cálculos renais devem ter cautela, porque a evidência que relaciona a vitamina C com o oxalato urinário e o risco de cálculos é inconsistente, enquanto as pessoas com hiperoxalúria parecem ser o grupo de maior preocupação. folha informativa do consumidor do NIH ODS sobre vitamina C

Para os adultos, o NIH ODS estabelece um nível máximo de ingestão tolerável de 2 000 mg/dia a partir de alimentos, bebidas e suplementos combinados. Esse limite superior é um teto prático para o auto-uso de rotina; ultrapassá-lo muito tem maior probabilidade de causar desconforto gástrico do que um ganho proporcional de vitamina C absorvida. folha informativa do consumidor do NIH ODS sobre vitamina C

Gravidez, amamentação e crianças

A EFSA usa valores de referência alimentares específicos por idade e fase da vida, em vez de um único valor para adultos para toda a gente. No seu relatório científico, a EFSA define um acréscimo de 10 mg/dia para a gravidez acima da PRI das não grávidas e de 75 mg/dia para mulheres em amamentação exclusiva durante os primeiros seis meses pós-parto. As crianças também têm DRVs próprios, pelo que devem seguir orientações adequadas à idade em vez de copiar a dose de suplemento de um adulto. relatório científico da EFSA valores de referência alimentares da EFSA

GrupoO que diz a evidênciaConclusão prática
AdultosO ODS estabelece um UL de 2 000 mg/dia.Evite experimentar rotineiramente doses elevadas por iniciativa própria. folha informativa do consumidor do NIH ODS sobre vitamina C
GravidezA EFSA acrescenta 10 mg/dia à PRI das não grávidas.Use orientações para a fase da vida, não megadoses. relatório científico da EFSA
AmamentaçãoA EFSA indica 75 mg/dia além da PRI durante os primeiros seis meses pós-parto.Mantenha-se dentro das orientações de ingestão adequadas. relatório científico da EFSA
CriançasA EFSA usa DRVs separados por grupo etário.Não use a dosagem de adultos como modelo. valores de referência alimentares da EFSA

Segurança e precauções

Doses orais mais elevadas de vitamina C podem causar diarreia, náuseas, cólicas abdominais e outro desconforto gastrointestinal. As pessoas com antecedentes de cálculos renais devem ter cautela, e não é aconselhável o uso regular por iniciativa própria acima do limite máximo para adultos de 2.000 mg/dia.

Se toma medicação, está grávida ou a amamentar, ou vai dar vitamina C a uma criança, peça primeiro aconselhamento a um profissional de saúde. Use orientações adequadas à idade e à fase da vida, em vez de copiar uma dose de adulto.

Suplementos com as substâncias do artigo

Compare composição, dose e preço

Perguntas frequentes

Os suplementos de vitamina C podem ser tomados às refeições?

O texto não dá uma indicação específica sobre tomar vitamina C às refeições. Centra-se na forma indicada no rótulo, na ingestão diária e nos limites de segurança.

A vitamina C pode ser misturada em bebidas quentes?

O texto não menciona misturar vitamina C em bebidas quentes. Apenas diz que o armazenamento e a confeção podem reduzir o teor de vitamina C nos alimentos, por isso não fornece uma regra para a preparação de bebidas.

Os suplementos de vitamina C precisam de refrigeração?

O texto não diz que os suplementos de vitamina C precisem de refrigeração. Aborda a ingestão, os nomes no rótulo e a segurança, mas não instruções de armazenamento para suplementos.

A vitamina C é adequada para veganos?

O texto não afirma se os suplementos de vitamina C são adequados para veganos. Diz que os rótulos podem usar nomes de ingredientes diferentes, pelo que seria necessário verificar a lista completa de ingredientes no próprio produto.

Os comprimidos de vitamina C podem ser partidos ou esmagados?

O texto não dá orientação sobre partir ou esmagar comprimidos. Apenas compara formas como comprimidos, cápsulas, mastigáveis, pós e produtos de libertação prolongada.

A vitamina C altera a cor da urina?

O texto diz que o excesso de vitamina C é excretado na urina em doses mais elevadas. Não menciona qualquer alteração da cor da urina.

Fontes

  1. Vitamin C - Health Professional Fact Sheet (link externo)
  2. Scientific Report of EFSA (link externo)
  3. Dietary Supplements for Immune Function and Infectious Diseases - Health Professional Fact Sheet (link externo)
  4. dietary reference value | EFSA (link externo)
  5. Dietary Reference Values for nutrients Summary report (link externo)
  6. general function claim | EFSA (link externo)
  7. Health claims | EFSA (link externo)
  8. Vitamin C - Consumer (link externo)
  9. USDA National Nutrient Database-Vitamin C (link externo)
  10. complet_chapitres.indd (link externo)

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